O componente havia sido testado no Treino Livre do GP da Hungria e depois apareceu em condição de corrida no GP da Itália. A solução se diferencia pelo mecanismo que gira 180 graus entre o Modo Reta e o Modo Curva, alterando o comportamento aerodinâmico da asa conforme a fase da volta.
Como é a asa em “H” usada pela McLaren
A estrutura recebeu esse apelido pelo desenho central da peça. Como foi descrito, “a letra H se estende pela linha central, onde fica posicionado o atuador”. É justamente esse atuador que comanda a rotação do conjunto entre as duas configurações aerodinâmicas.
O pacote é descrito como uma asa de maior downforce com atuador giratório. Mesmo já estando pronta para o circuito de Baku no fim de setembro, ela ficou fora da seleção levada para a etapa espanhola.
Escolha passa pela alocação de peças ao longo da temporada
A decisão de voltar à asa de Zandvoort para a prova na Espanha também se encaixa na necessidade de gestão do material disponível. Nesse contexto, a avaliação é de que “as equipes precisam decidir com cuidado como alocar seus recursos de produção”.
A previsão informada para o novo uso da peça é o GP do Azerbaijão. A expectativa é que “a peça volte no Azerbaijão dentro de duas semanas”.
McLaren mantém base de um pacote já vencedor
Ao abrir mão da asa em “H” nesta etapa, a McLaren recorre a uma configuração já conhecida dentro do próprio programa técnico. A referência é Zandvoort, pista em que Lando Norris venceu, assim como no Hungaroring, circuitos citados entre os resultados recentes da equipe.
Para o fim de semana na Espanha, a escolha foi usar justamente essa asa de Zandvoort em Madri, enquanto a especificação giratória fica reservada para a próxima reaparição no Azerbaijão.