O contato ocorreu na curva 5. Na manobra, Piastri fechou a porta na tangência, e Norris acabou criando o toque na briga por posição. Mesmo sem repetir a sanção esportiva adotada anteriormente, a reação da cúpula da McLaren foi forte.
Reação interna foi dura, mas admissão de erro pesou
Zak Brown, CEO da McLaren, ficou mais irritado com Norris do que em qualquer outro momento até aqui, de acordo com as informações sobre o tratamento do caso. Andrea Stella, chefe da equipe, também se mostrou muito contrariado com o lance entre os dois pilotos.
A diferença em relação ao desfecho do ano passado foi a postura de Norris nas conversas internas. O reconhecimento do erro pelo piloto teve peso na decisão da McLaren de não repetir a punição aplicada antes em uma situação parecida.
Histórico recente em Singapura influenciou o contexto
O toque deste ano aconteceu depois de outro episódio envolvendo os dois em Singapura na temporada passada. No GP de 2025, Norris quase colocou Piastri no muro na curva 3, em um lance que levou a McLaren a impor sanções esportivas ao piloto.
O novo incidente, desta vez na Sprint, reforçou um problema recorrente na relação de pista entre os dois carros da equipe quando há disputa direta por posição. A diferença é que, internamente, a McLaren entendeu que a condução do caso poderia ser diferente depois da reação de Norris nas discussões com os dirigentes.
Piastri aprovou a condução do caso pela equipe
Piastri disse que ficou satisfeito com a forma como a McLaren tratou o episódio. “Acho que a equipe, o Zak e o Andrea lidaram com isso da maneira que deveriam”, afirmou o piloto.
A avaliação de Piastri dá respaldo à linha adotada pela direção da McLaren depois de um fim de semana em que Brown e Stella ficaram especialmente incomodados com o choque entre seus pilotos na disputa pela quarta colocação da Sprint.
































