Hamilton levantou a suspeita de que os rivais tenham encontrado mais desempenho justamente no momento final da classificação. Ao comentar a queda da Ferrari, o piloto afirmou que insistia que sua SF-26 seguia se comportando bem, o que aumentou a frustração com o resultado da sessão.
Leclerc deu uma explicação oposta e colocou o problema dentro da própria execução da Ferrari. “O que perdemos foi por nossa conta, e isso foi principalmente pelos pneus”, disse o piloto, ao apontar a gestão dos compostos como fator central para a perda de performance.
Ferrari mostrou ritmo antes do Q3
A Ferrari apareceu competitiva no começo da classificação e parecia em condição de disputar posições mais altas no grid. A queda veio justamente no Q3, quando Kimi Antonelli garantiu a pole, enquanto os carros vermelhos não repetiram o rendimento que haviam mostrado antes.
Entre os fatores técnicos ligados à perda de desempenho, a sessão teve mudança de temperatura da pista no trecho final, o que afetou as condições de uso dos pneus. Nesse cenário, Leclerc relacionou a piora da Ferrari ao próprio acerto e ao comportamento dos compostos, enquanto Hamilton direcionou sua desconfiança para o avanço dos adversários.
Leclerc aposta na largada para ganhar posições
Mesmo fora da primeira fila, Leclerc chega à corrida com um precedente favorável: ele já venceu nessa pista largando em quarto. “Espero que a gente consiga fazer o mesmo amanhã”, afirmou.
O piloto da Ferrari também destacou que a primeira curva pode abrir possibilidades logo na largada. “Há muitos cenários diferentes que podem acontecer em uma curva 1 como essa”, disse Leclerc, que dividirá a segunda fila com Hamilton depois de a Ferrari perder rendimento no momento mais importante da classificação.