O conjunto substituído é o mesmo utilizado por Leclerc no GP da Itália. Naquela corrida, o piloto rodou sozinho na curva Parabólica, em Monza, mas a avaliação posterior da Ferrari indicou que a unidade não sofreu avarias que inviabilizassem seu uso. Ainda assim, a equipe optou por introduzir um motor novo para a prova no Azerbaijão.
Ferrari escolheu Baku para cumprir a punição
A nova unidade de potência será instalada para a corrida em Baku, o que leva Leclerc para a parte de trás do grid. A escolha do momento da troca indica que a Ferrari considerou a etapa adequada para absorver a perda de posições na largada.
Fred Vasseur, chefe da Ferrari, resumiu a avaliação da equipe sobre o circuito ao afirmar: “Baku deve funcionar muito bem.”
A informação disponível aponta para a instalação da unidade nova na corrida. Não há confirmação segura sobre eventual uso do motor apenas em sessões anteriores do fim de semana, e a definição central é que a penalidade no grid virá da troca programada para a etapa.
Decisão vem após sequência recente do piloto
A mudança acontece depois de Leclerc terminar em quarto lugar no GP da Espanha. A Ferrari, portanto, opta por alterar o conjunto em meio à sequência da temporada, embora a unidade anterior ainda estivesse operacional do ponto de vista técnico.
O ponto central da decisão é que o problema não foi uma falha definitiva no equipamento usado até aqui. A ADUO2 inspecionada após o incidente na Itália seguiu apta a funcionar, mas a Ferrari preferiu levar um conjunto novo para o carro de Leclerc justamente na etapa de Baku, aceitando como consequência a largada no fim do grid.