“Não tenho certeza se temos uma solução no curto prazo”, disse Leclerc. Na avaliação do piloto da Ferrari, a base do problema está na sensibilidade do carro fora da faixa ideal. “Temos um carro forte, mas ele é muito sensível sempre que saímos da janela ideal.”
Temperatura da pista tem impacto direto no rendimento
A dificuldade da Ferrari ficou mais evidente em condições em que a pista esfria, especialmente em sessões de classificação. O contexto técnico apontado por Leclerc é justamente a sensibilidade do SF-26 às condições de funcionamento e à temperatura do asfalto, o que ajuda a explicar a oscilação de desempenho.
No GP dos Estados Unidos, em Austin, Leclerc conseguiu transformar esse cenário em um resultado forte: largou em quarto após a classificação e terminou a corrida em segundo. Mesmo assim, ele evitou tratar a Ferrari como referência para a etapa seguinte e indicou que o equilíbrio entre as equipes da frente está maior.
Ferrari não se coloca como favorita para o México
Ao projetar o GP do México, Leclerc foi cauteloso sobre o patamar da Ferrari. “Não sei. Honestamente, acho que está ficando muito equilibrado”, afirmou o piloto, ao comentar a disputa no topo do grid.
Leclerc também apontou quem considera a principal força do momento. “Acho que a Mercedes continua sendo favorita”, declarou. A avaliação foi feita mesmo depois do segundo lugar em Austin e em meio à percepção de que Ferrari, Mercedes e Red Bull Racing aparecem em uma briga mais apertada.
A combinação entre competitividade em ritmo de corrida e dificuldade para manter o SF-26 na janela ideal, sobretudo quando a temperatura da pista diminui, faz com que Leclerc trate a próxima etapa sem colocar a Ferrari como favorita.
































