A situação ganha peso porque Lawson tem resultados consistentes em um ano no qual também marcou 14 pontos durante o período em que substituiu Isack Hadjar. Hadjar ficou fora após fraturar o punho esquerdo, e a passagem de Lawson pela vaga reforçou seu currículo dentro do programa da Red Bull.
Tsolov aparece como candidato e aumenta disputa interna
Mesmo com esse cenário, Nikola Tsolov surge como um nome em disputa por espaço. O piloto vem chamando atenção na Fórmula 2 e aparece como candidato à vaga hoje ocupada por Lawson. No campeonato, Tsolov está a sete pontos de Rafael Camara, em uma briga que pode influenciar os próximos passos do programa.
Há ainda um fator regulatório importante: as regras da F2 impedem o campeão de voltar à categoria no ano seguinte. Isso reduz as alternativas para quem vence o título e acelera decisões sobre promoção ou realocação dentro da estrutura de base.
Plano alternativo da Red Bull inclui a Super Formula
Caso não haja espaço imediato na Fórmula 1, a Red Bull tem a Super Formula japonesa como plano alternativo para Tsolov. A possibilidade mantém o piloto em um ambiente competitivo enquanto a equipe define sua formação futura.
Ao comentar o momento de Lawson, Hinchliffe descreveu o cenário como especialmente duro para um piloto. “Esse cenário é combustível para pesadelos de um piloto de corrida”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Liam Lawson, porém, está vivendo isso na vida real agora.”
A indefinição permanece mesmo com os números de Lawson em 2026, enquanto Tsolov continua na disputa pelo título da F2 a sete pontos de Rafael Camara e com a limitação do regulamento da categoria pesando sobre qualquer decisão para a próxima temporada.