Ao comentar o assunto, Komatsu disse que o processo foi conduzido de forma direta entre as partes. “Somos todos profissionais, e o que é bom para a equipe também é bom para o Esteban”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “É isso que queremos e precisamos. Somos completamente transparentes, então não há ressentimento.”
Haas vincula troca à busca por mais consistência
A avaliação da Haas, de acordo com Komatsu, não passa por falta de velocidade de Ocon, mas pela tentativa de montar uma dupla que entregue desempenho com maior constância. O dirigente reconheceu a capacidade do piloto e ressaltou que o francês segue sendo muito competitivo em determinadas condições.
“O Esteban é muito rápido quando está no seu melhor”, disse Komatsu. A fala se encaixa na linha adotada pela equipe ao justificar a mudança: preservar a velocidade, mas procurar uma combinação com mais regularidade ao longo da temporada.
Ocon também ocupa um lugar particular na trajetória recente da Haas. Ele foi o primeiro vencedor de corrida contratado pela equipe, fator que ampliou a expectativa em torno de sua passagem pelo time.
Komatsu usa Azerbaijão como exemplo de postura de Ocon
Mesmo com a definição da saída ao fim de 2027, Komatsu fez questão de elogiar o comportamento de Ocon dentro da equipe. O chefe da Haas citou o GP do Azerbaijão como exemplo do profissionalismo mostrado pelo piloto, indicando que a convivência interna não foi o motivo para a mudança.
A declaração de Komatsu foi dada após o Treino Livre 1 em Singapura e também ajuda a afastar a ideia de que a decisão tenha sido provocada por atritos no ambiente da equipe. A posição da Haas é a de que a separação atende ao que considera melhor para o próprio time e também para o futuro de Ocon.
No cenário da Haas, Oliver Bearman aparece entre os nomes ligados ao contexto da formação de pilotos da equipe, enquanto Komatsu sustenta que a troca foi definida dentro desse objetivo de reunir velocidade com mais consistência de rendimento.
































