“Temos que esperar para ver. No momento, parece estar bem longe de acontecer”, afirmou Hulkenberg ao falar sobre a chance de a Alemanha voltar a receber uma etapa oficial da F1.
A Alemanha não sedia um GP desde 2019. No ano seguinte, Nurburgring apareceu no calendário com o GP de Eifel, mas a prova não marcou a retomada regular da corrida alemã dentro da temporada.
Hulkenberg cita peso de um piloto nacional no interesse por uma corrida
Ao ampliar a discussão, Hulkenberg relacionou o apelo local de uma etapa ao impacto de um piloto do próprio país. Na avaliação do alemão, o aumento do interesse em uma possível corrida na Argentina passa diretamente pela presença de Franco Colapinto.
“A Argentina e o Franco têm um impacto muito grande, eles têm um número enorme de seguidores”, disse o piloto da Audi.
A comparação coloca o retorno do GP da Alemanha dentro de um debate mais amplo sobre o que move a demanda por corridas fora do calendário atual. Sem tratar de prazos ou negociações concretas, Hulkenberg indicou que o envolvimento do público e a força de mercado em torno de um nome local podem pesar nesse tipo de movimento.
Visibilidade de um GP entrou na avaliação do piloto da Audi
Hulkenberg também falou sobre o alcance que uma etapa da Fórmula 1 pode gerar para o país que recebe a categoria. Segundo ele, o evento produz uma exposição concentrada ao longo do fim de semana da corrida.
“Receber a Fórmula 1 traz muita atenção para o país naquele fim de semana”, afirmou.
As falas do piloto da Audi surgem em meio à discussão sobre retornos e novas sedes na Fórmula 1, enquanto a Alemanha segue fora do calendário desde 2019. A passagem mais recente do país pelo cronograma da categoria continua sendo a edição do GP de Eifel, disputada em Nurburgring em 2020.