Fórmula 1

Horner diz ter se sentido “roubado” após vitória do motor da Red Bull sem sua presença

Christian Horner afirmou que se sentiu “roubado” por não ter acompanhado de dentro da Red Bull a primeira vitória de um carro com motor próprio da marca na Fórmula 1. Fora da equipe desde a demissão ocorrida dias depois do GP da Inglaterra de 2025, o ex-chefe e ex-CEO viu Max Verstappen conquistar na Malásia a primeira vitória de um motor da Red Bull.

Horner diz ter se sentido “roubado” após vitória do motor da Red Bull sem sua presença
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Horner passou 20 anos no comando da operação e liderou a equipe em oito títulos de pilotos e seis campeonatos de construtores. Além da estrutura principal da Red Bull, ele também supervisionava a Red Bull Technologies e a Red Bull Powertrains, divisão criada em 2021 para tocar o projeto de motores.

Horner liga frustração à saída antes do sucesso do projeto

Ao falar sobre sua ligação com a empresa, Horner resumiu o peso pessoal da trajetória: “Coloquei meu coração e minha alma naquele negócio.”

Na mesma entrevista, ele tratou diretamente do sentimento ao ver o resultado acontecer já depois de sua saída. “Fiquei particularmente magoado e me senti roubado por não ter tido a oportunidade de ver esse motor da Red Bull vencer”, declarou.

A conquista teve valor simbólico porque o programa de motores era uma das frentes sob sua supervisão. A Red Bull Powertrains nasceu em 2021 e atravessou a mudança técnica mais recente da categoria, que passou a exigir novos parâmetros para os motores em 2026.

Projeto de motores ganhou força própria e teve aval técnico da FIA

No cenário de 2026, a FIA apontou que a Red Bull Powertrains tinha o melhor motor de combustão interna do grid. O reconhecimento veio no primeiro ano do novo regulamento e antecedeu a vitória conquistada por Verstappen com um carro equipado pelo motor da própria Red Bull.

Antes de consolidar o caminho independente, a Red Bull chegou a buscar a Porsche como parceira para a área de motores, mas o acordo não foi fechado. O projeto seguiu adiante dentro de casa e alcançou a primeira vitória com Verstappen.

Quinze meses depois de sua saída, Horner também admitiu que existe a possibilidade de não voltar à Fórmula 1. Questionado sobre a chance de nunca mais trabalhar na categoria, respondeu: “Com certeza.”

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Redação F1 Racing Mania

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