Horner foi demitido da Red Bull em julho de 2025, depois de 20 anos à frente da operação. Além do posto de chefe da equipe, ele acumulava funções na Red Bull Technologies e foi responsável pela Red Bull Powertrains. Internamente, a avaliação da Red Bull GmbH era de que ele não era a pessoa certa para liderar a estrutura após a morte de Dietrich Mateschitz.
Ferrari entra na conversa, mas Horner diz que falas foram tiradas de contexto
Ao tratar da Ferrari, Horner destacou a singularidade da equipe no paddock. “E Ferrari é uma equipe diferente de todas as outras”, disse.
Depois da repercussão de comentários recentes, o dirigente afirmou que suas palavras acabaram distorcidas. “Minhas recentes declarações sobre a Ferrari foram tiradas de contexto”, afirmou Horner.
Ele já chegou a se definir como um “gigante adormecido” durante esse período longe da F1, enquanto avalia possibilidades para voltar ao grid em um formato diferente do que teve na Red Bull.
Plano de retorno passa por participação acionária, não só por cargo executivo
O ponto mais claro de sua posição atual é o modelo de retorno que procura. “Minha prioridade é adquirir equity em uma equipe”, afirmou Horner.
Esse desenho ajuda a explicar por que a Alpine não corresponde, neste momento, à visão de Horner para voltar à categoria. Há conversas sobre a compra de uma participação de 24% na equipe, mas o interesse do dirigente está centrado em ter uma fatia societária, e não apenas assumir uma função de gestão.
As movimentações e conversas em torno de Horner não garantem um retorno à Fórmula 1. No momento, o status do ex-chefe da Red Bull segue indefinido, embora a busca por uma estrutura que ofereça participação acionária continue sendo a prioridade declarada por ele.