Ao comentar a possibilidade de trabalhar na Ferrari, Horner foi direto: “A Ferrari é a maior marca da Fórmula 1. É o sonho.” A declaração coloca a equipe no centro de qualquer especulação sobre o futuro do ex-chefe da Red Bull, que passou 21 anos no muro dos boxes.
Competitividade seria fator decisivo para um retorno
Horner indicou que a escolha por um novo trabalho não passaria apenas pelo peso do nome de uma equipe. Segundo ele, o nível de competitividade teria papel central em qualquer decisão. “Chega uma hora em que a competitividade de uma equipe fala mais alto do que outras questões”, afirmou.
O ex-dirigente também disse que sua situação atual permite avaliar com calma os próximos passos. “Estou em uma posição muito privilegiada, em que posso me dar ao luxo de ser exigente”, declarou. Na mesma linha, ele descartou a ideia de aceitar um cargo apenas para voltar ao paddock: “Mas isso vai realmente me realizar? Não.”
Ferrari tem Vasseur sob contrato até o fim de 2027
No cenário atual, a Ferrari mantém Frédéric Vasseur como chefe de equipe, com contrato até o final de 2027. Isso significa que qualquer movimento envolvendo Horner dependeria de uma mudança futura na estrutura de comando da equipe.
Além da definição no comando, a Ferrari também convive com uma relação conturbada entre Charles Leclerc e Lewis Hamilton. Não foram detalhados os motivos desse desgaste, mas o contexto faz parte do momento interno da equipe enquanto o nome de Horner surge ligado a uma possível volta à Fórmula 1.
Desde a saída da Red Bull, em julho de 2025, Horner não assumiu outro time. Ao falar sobre o que buscaria em um retorno, ele deixou claro que o próximo passo precisaria reunir peso esportivo e ambição competitiva, requisitos que, para ele, colocam a Ferrari em uma posição singular dentro da categoria.