A Honda atravessa uma temporada abaixo do esperado ao lado da Aston Martin. Os pilotos vêm lidando com uma unidade de potência afetada por vibração severa e falta de potência, dois problemas que comprometem o rendimento do conjunto e limitam o carro especialmente em desempenho puro.
Ao comentar a declaração do presidente da FIA, que deseja evitar a aposentadoria do bicampeão espanhol, Orihara foi direto: “Não acho que ele possa nos oferecer uma solução mágica.”
Honda vê espaço para reação sem grande pacote de atualizações
Sem grandes atualizações previstas para esta temporada, a Honda trabalha com uma margem de evolução mais restrita. A principal aposta da fabricante está em ajustes finos de calibração para extrair mais desempenho do equipamento atual, em vez de esperar uma mudança ampla no pacote técnico ainda neste ano.
Orihara afirmou que esse é o caminho mais imediato para tentar melhorar a situação: “Ainda acreditamos que há margem para melhorar o desempenho por meio de ajustes na calibração.”
A fala indica que a fabricante concentra seus esforços em soluções internas para amenizar as limitações atuais da unidade de potência, já que não há perspectiva de uma resposta baseada em grandes novidades técnicas ao longo da temporada.
Vibração e falta de potência afetam velocidade em reta
Entre os principais obstáculos enfrentados pela Honda está o impacto direto desses problemas no desempenho em reta. Medidas já foram implementadas na tentativa de obter mais velocidade nesse tipo de trecho, mas o conjunto segue comprometido pela combinação entre vibração e deficiência de potência.
Esse cenário ajuda a explicar por que a evolução tem sido tratada de forma gradual. Sem indicar uma mudança ampla de rumo para 2026, Orihara afirmou que a Honda ainda enxerga algum espaço para progresso dentro das condições atuais: “Acreditamos que há margem para evolução; esse é o nosso cenário.”