A situação ganha peso porque a Cadillac tem interesse em colocar um piloto norte-americano em um de seus carros. Questionado sobre o próprio futuro entre Fórmula 2 e Fórmula 1, Herta respondeu: “Acho que vamos ter que esperar para ver.”
Campanha ruim complicou a busca pelos pontos restantes
Além da posição no campeonato, Herta pontuou apenas uma vez nas últimas 13 corridas, sequência que reduziu suas chances de completar a pontuação necessária pela campanha na Fórmula 2. Como a Super Licença exige 40 pontos em um período de três anos, cada resultado passou a ter peso maior na reta final da temporada.
Mesmo com três etapas ainda por disputar, o desempenho recente deixou Herta distante de uma recuperação mais consistente na tabela. Quando foi perguntado sobre a possibilidade de conseguir os pontos em uma próxima aparição, respondeu de forma direta: “Acho que não.”
Falha no TL1 e acidente em Madrid fecharam outras portas
Herta também perdeu uma oportunidade importante fora do campeonato. Em uma participação no TL1 do GP da Itália, uma falha hidráulica impediu o piloto de completar os 100 quilômetros necessários para receber um ponto de Super Licença na sessão. O Treino Livre 1 pode render pontuação, desde que a quilometragem mínima seja atingida.
Outro revés veio com o forte acidente em Madrid, que o tirou de uma etapa da Fórmula 2. Sem correr, Herta perdeu mais uma chance de somar pontos em um momento em que já vinha com dificuldades para transformar presença em resultado.
No cenário atual, Herta segue a dois pontos da marca necessária para a Fórmula 1, sem intenção de fazer uma nova temporada completa na Fórmula 2 em 2027, enquanto a Cadillac mantém interesse em ter um piloto norte-americano em sua formação.
































