Fórmula 1

Hamilton prevê corrida longa no GP dos Estados Unidos e vê desafio para superar Red Bull e Mercedes

Lewis Hamilton projetou uma prova complicada para a Ferrari no GP dos Estados Unidos e indicou que a corrida pode ser decidida mais pelo ritmo ao longo dos stints do que apenas pela posição de largada. O piloto parte do quinto lugar e chega à disputa com uma preocupação adicional: a degradação dos pneus apareceu acima do esperado nas simulações feitas durante os treinos.

Hamilton prevê corrida longa no GP dos Estados Unidos e vê desafio para avançar com a Ferrari
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Hamilton afirmou que largar bem não resolve sozinho o cenário em COTA, circuito que ele classificou como difícil para ultrapassagens. “A posição de largada não é tudo, mas esta é uma pista difícil para ultrapassar”, disse o piloto da Ferrari ao avaliar o desafio deste domingo.

A combinação entre tráfego, dificuldade para ganhar posições na pista e desgaste mais alto dos pneus ajuda a explicar a expectativa de uma corrida longa. A leitura da Ferrari foi construída a partir dos treinos de simulação, embora esse comportamento ainda possa variar quando todos estiverem em condições reais de prova.

Quinto no grid aumenta peso do ritmo de corrida

Largando da quinta posição, Hamilton terá pela frente carros de Red Bull e Mercedes, e tratou a disputa contra as duas equipes como o principal obstáculo para avançar. Em um circuito no qual as ultrapassagens não são simples, perder tempo atrás dos rivais pode aumentar ainda mais a importância da gestão de pneus.

“Superar a Red Bull e a Mercedes será, sem dúvida, um desafio, mas vamos dar absolutamente tudo”, afirmou Hamilton.

A fala do piloto aponta para um cenário em que a Ferrari precisa equilibrar ataque e preservação dos compostos. Com a degradação maior do que o previsto nos treinos, qualquer tentativa de forçar o ritmo por muitas voltas pode cobrar seu preço mais adiante na corrida.

Degradação acima do previsto vira ponto central para a prova

O desgaste dos pneus foi um dos elementos mais relevantes observados nas atividades de preparação para o GP. Nas simulações de corrida, a degradação apareceu acima da expectativa inicial, fator que pode alterar a forma como os pilotos administram cada stint.

Esse dado ganha ainda mais importância porque COTA já impõe dificuldade natural para ultrapassar. Para Hamilton, que sai em quinto, a chance de avançar depende não apenas da largada e do ritmo puro da Ferrari, mas também da capacidade de atravessar a corrida com pneus em condição de atacar quando surgir oportunidade contra Red Bull e Mercedes.

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Redação F1 Racing Mania

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