“Eu nunca pedi que ninguém da minha equipe fosse substituído”, disse Hamilton ao responder aos relatos sobre alterações internas na Ferrari.
O momento esportivo ajuda a explicar o ambiente de pressão. Hamilton está 101 pontos atrás do líder Kimi Antonelli, com nove etapas restantes, e não conquista um pódio há cinco corridas. Após o GP da Espanha, o piloto já havia reconhecido o cenário da disputa pelo campeonato ao afirmar: “Acho que não tem como parar ele e a Mercedes neste ano”.
Monza e Madrid ampliaram a tensão
As duas últimas etapas trouxeram problemas diferentes para Hamilton. No GP da Itália, a Ferrari estreou um motor atualizado, mas o piloto terminou apenas em sexto. Na corrida seguinte, em Madrid, ele sofreu seu primeiro abandono da temporada por causa de um problema de freio.
Também em Monza, Hamilton se envolveu em um episódio com Charles Leclerc e pediu “regras de convivência” depois de ser forçado para fora da pista pelo companheiro de equipe. Os dois conversaram após a corrida, e Leclerc admitiu a culpa no lance.
Ferrari tenta reagir em fase ruim do campeonato
A sequência recente interrompeu qualquer recuperação mais consistente de Hamilton no campeonato. Além de ter marcado só oito pontos nas duas últimas corridas, ele chega à próxima etapa sem pódio nas últimas cinco provas, cenário que alimentou as especulações sobre ajustes internos na Ferrari.
O GP do Azerbaijão está programado para os dias 24 a 26 de setembro, na retomada da temporada após os fins de semana difíceis vividos por Hamilton e Ferrari.