O ponto ainda não confirmado oficialmente é um possível rompimento de tendão no punho. Beatrice Frangione, jornalista do Motorsport.com que reportou o caso, afirmou que “os rumores no paddock falam de um problema de tendão rompido”. Como essa informação não foi validada pela Red Bull, o prazo exato para o retorno segue indefinido.
A dúvida ajuda a explicar a sequência de adiamentos. Em um primeiro momento, Hadjar trabalhava com a meta de voltar em Monza, mas esse plano já foi empurrado duas vezes. Antes dessa etapa, o piloto chegou a fazer trabalho no simulador e reconheceu que “ainda precisa de tempo”.
Red Bull adota cautela antes de liberar retorno
A posição oficial da Red Bull é de cautela. A equipe informou que a recuperação de Hadjar “continua progredindo positivamente”, mas não pretende colocá-lo de volta no carro antes da liberação completa. Laurent Mekies afirmou que o piloto só retornará quando estiver “100% apto”.
Além da evolução clínica, a equipe também leva em conta o risco de piora da lesão em pistas exigentes como Baku e Singapura. Esse fator entrou na avaliação interna justamente porque, se o problema realmente envolver também um tendão, a recuperação pode ser mais longa do que a projetada quando a fratura foi comunicada.
Ausência de Hadjar mantém mudanças entre Red Bull e Racing Bulls
Sem Hadjar, Liam Lawson segue escalado como substituto no fim de semana do GP da Espanha. A mudança provocou um rearranjo entre as equipes ligadas à Red Bull, com Yuki Tsunoda sendo chamado para a Racing Bulls na vaga aberta por Lawson.
Durante esse período, Max Verstappen comentou a adaptação de Lawson e disse que “Lawson é competitivo de imediato”. No calendário, depois de Madri há uma pausa de uma semana antes da etapa do Azerbaijão, mas a possibilidade de usar Hadjar já nessa sequência continua sendo tratada com cuidado pela Red Bull.