A mudança de condição pode ter efeito direto no trabalho das equipes com os pneus. Em temperaturas mais altas, o gerenciamento dos compostos ganha peso, especialmente pelo impacto do calor no comportamento da borracha durante os treinos, a classificação e a corrida.
Sexta-feira abre o fim de semana com chance de chuva de apenas 3%
A previsão para a sexta-feira indica uma das menores possibilidades de chuva do evento: só 3%. A umidade relativa do ar pode chegar a 43%, enquanto os ventos de sul-sudeste devem soprar entre 10 e 15 km/h.
Com esse quadro, a tendência é de Treino Livre 1 e Treino Livre 2 disputados em pista seca, o que pode favorecer programas mais consistentes de acerto e coleta de dados, além de oferecer uma leitura mais fiel do desgaste dos pneus sob calor.
Sábado segue estável e domingo mantém calor para a corrida
No sábado, a previsão continua apontando baixa instabilidade. A umidade deve subir para 56%, mas a chance de chuva segue reduzida, em 7%. A expectativa, portanto, é de manutenção de condições semelhantes para o Treino Livre 3 e para a classificação.
Para domingo, dia da corrida, a máxima prevista é de aproximadamente 29°C. Mesmo com leve queda em relação ao pico de calor esperado no fim de semana, a tendência continua sendo de tempo seco no Circuito das Américas.
Além da baixa probabilidade de chuva em cada dia, o conjunto da previsão reforça um fim de semana em que o calor deve ser um dos elementos centrais da disputa. A combinação entre pista seca, temperaturas elevadas e variação de umidade entre sexta e sábado coloca o comportamento dos compostos no calor entre os pontos técnicos mais relevantes do evento.