A referência é ao período em que correu pela equipe principal da Red Bull após ser promovido para a vaga de Daniel Ricciardo. A passagem durou 12 corridas na temporada de 2019, até a troca promovida antes da sequência do campeonato.
Troca na Red Bull interrompeu passagem após 12 corridas
Gasly começou 2019 na formação principal da Red Bull, mas perdeu o lugar ainda no meio daquela temporada. Alexander Albon assumiu o carro a partir do GP da Bélgica, encerrando rapidamente a primeira experiência de Gasly no time principal.
A declaração sobre Helmut Marko surgiu justamente ao recordar esse contexto. Sem detalhar episódios específicos, Gasly usou o dirigente como parâmetro para falar da cobrança que enfrentou naquele momento da carreira.
Mesmo fora da equipe principal, o piloto conseguiu reagir ainda em 2019. Naquele mesmo ano, terminou em segundo lugar no GP de São Paulo, resultado que se tornou um dos marcos da recuperação dele na Fórmula 1 depois da troca dentro da estrutura da Red Bull.
Recuperação teve pódio em São Paulo e vitória em 2020
A retomada de Gasly ganhou um capítulo ainda mais forte na temporada seguinte. Em 2020, já defendendo a AlphaTauri, ele venceu o GP da Itália e transformou a volta à equipe satélite no principal resultado da carreira até então.
O percurso entre a saída precoce da Red Bull, o pódio em São Paulo e a vitória no ano seguinte acabou redefinindo a trajetória do piloto dentro da categoria. Atualmente, Gasly corre pela Alpine.
Brasileiros também entraram na lembrança de Gasly
Ao falar do Brasil, Gasly também destacou o apoio que recebe do público local. “Eu recebo muita energia. Nesses momentos, gosto de me sentir apoiado”, disse o piloto.
A menção ao carinho dos torcedores brasileiros se soma ao histórico recente dele no país, onde conquistou o segundo lugar em São Paulo ainda em 2019, pouco tempo depois de deixar a equipe principal da Red Bull.
































