Desde o retorno da categoria, nem Lewis Hamilton nem Charles Leclerc voltaram ao pódio. Ao mesmo tempo, Kimi Antonelli ampliou sua vantagem no campeonato, em um cenário que aumentou a cobrança sobre a Ferrari e sobre o desempenho do SF-26.
Jornalista relata apelido e fala em problemas internos
O apelido foi mencionado por Giorgio Terruzzi, jornalista veterano de Fórmula 1, durante o podcast Terruzzi Racconta. Ao tratar do momento da Ferrari, ele afirmou: “Há muitos problemas que realmente não podem ser discutidos”.
Na mesma análise, Terruzzi disse que Vasseur passou a ser chamado de “Napoleão” por causa da forma como é visto dentro da estrutura da equipe. “Chamam ele de ‘Napoleão’ porque parece ter a postura de um chefe absoluto, todo-poderoso”, declarou.
Os relatos apontam para desgaste interno, mas não há indicação objetiva sobre a dimensão dessa insatisfação entre os funcionários. O quadro descrito aparece ligado ao momento esportivo da Ferrari, que não conseguiu recolocar nenhum de seus dois pilotos no pódio após a pausa da temporada.
Nome de Andrea Stella aparece em discussão sobre futuro do comando
No mesmo debate, surgiu a informação de que Andrea Stella seria um nome desejado por pessoas ligadas ao tema do futuro do comando da Ferrari. A possibilidade, porém, não foi apresentada como negociação confirmada nem como mudança em andamento.
Pino Allievi, colega de Terruzzi, afirmou: “Eles gostariam de Andrea Stella, mas parece que ele respondeu não, há pouco mais de dois meses”.
Não há confirmação de troca no comando da Ferrari. Entre os nomes presentes no contexto político da equipe também aparecem Benedetto Vigna, Antonello Coletta e John Elkann, enquanto a pressão sobre Vasseur cresce em meio à queda de resultados e ao avanço de Antonelli na classificação.