O pacote técnico da nova geração foi desenhado para melhorar a capacidade de os pilotos seguirem de perto uns dos outros. Além das alterações aerodinâmicas, o modelo terá nova caixa de câmbio a partir de 2027, dentro de um ciclo previsto até 2029.
Aerodinâmica revista e base mecânica mantida
A principal intervenção no carro está nas asas dianteira e traseira. A Fórmula 2 informou que essa nova característica aerodinâmica aumenta a possibilidade de disputas mais próximas, enquanto o DRS segue disponível, com a abertura do flap da asa traseira nas retas.
Na parte mecânica, a categoria optou por preservar os elementos centrais do carro atual. O conjunto continua com o motor Mecachrome turbo de 3,4 litros, com 620 cv de potência e uso de combustível sustentável. Também foram mantidas as especificações de desempenho de frenagem e de esforço de direção.
Entre as novidades do projeto está o motor de arranque integrado, incluído para a geração que estreia em 2027. A categoria também confirmou uma nova caixa de câmbio para esse ciclo técnico.
F2 mantém foco na preparação de pilotos
Bruno Michel, CEO da Fórmula 2 e responsável pelo novo carro, afirmou que a prioridade do projeto foi preservar a função da categoria como etapa de formação. “Ao trabalhar neste novo carro, nosso primeiro objetivo foi garantir que ele continuasse sendo a ferramenta perfeita para preparar os pilotos”, disse.
Michel também relacionou o desenvolvimento à proposta esportiva da categoria. “Nossos fãs esperam que as corridas de F2 sejam extremamente divertidas e seguras”, afirmou.
O carro da nova geração foi à pista pela primeira vez em junho, no Circuito de Barcelona.