A Ferrari aparece em seguida com 132 voltas na liderança, ou 17,7%. Já a Red Bull Powertrains-Ford soma apenas 8 voltas, 1,1% do total. Honda e Audi ainda não lideraram nenhuma volta nas 12 corridas realizadas até agora.
Avaliação da FIA trata do motor de combustão interna
Na avaliação ADUO, a Red Bull Powertrains-Ford ficou de 2% a 4% à frente da Mercedes. A Ferrari foi considerada mais de 4% abaixo da marca da Red Bull Powertrains-Ford. Ao tratar especificamente desse ponto, a FIA classificou a fabricante como “referência no motor de combustão interna”.
Os dados de liderança de voltas, porém, não refletem de forma direta essa hierarquia técnica. O levantamento considera que outros fatores também entram na conta, como confiabilidade do motor e gerenciamento dos pneus. Por isso, os números de pista não permitem afirmar isoladamente que a unidade de potência Mercedes seja superior à da Red Bull Powertrains-Ford em termos absolutos.
Abandonos ajudam a explicar a diferença entre a análise técnica e a pista
Parte desse contraste passa pelos abandonos. Max Verstappen deixou quatro corridas, na China, em Mônaco, na Inglaterra e na Holanda. Isack Hadjar teve outros dois abandonos, o que reduziu a presença de carros com motor Red Bull Powertrains-Ford em condições de transformar desempenho em voltas na liderança.
Entre os conjuntos com motor Mercedes, George Russell e Kimi Antonelli somaram três abandonos. A McLaren, também equipada com motores Mercedes, teve seis corridas sem chegada entre Lando Norris e Oscar Piastri, mesmo com a ampla vantagem da fornecedora nas voltas lideradas.
Na Ferrari, o índice de quebras foi menor: a equipe registrou apenas dois abandonos, ambos com Charles Leclerc. Lewis Hamilton completou todas as corridas da temporada até aqui.