As unidades de potência destinadas a Charles Leclerc e Lewis Hamilton já foram montadas, e a Ferrari foi autorizada a fazer duas atualizações nesta temporada. A equipe aparece com 4% de desvantagem no critério de Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização, o ADUO.
O que muda na nova unidade de potência
O novo conjunto traz revisões na câmara de combustão e no turbo, além de alterações na recarga do sistema híbrido. Também houve ajuste de torque para melhorar a distribuição da energia elétrica. Em uma das versões citadas pelas informações publicadas, o motor aparece identificado como 067/6; em outra, como 067/7 homologado pelo ADUO.
A Ferrari ainda precisava concluir o teste de resistência exigido antes da estreia. Esse procedimento corresponde a uma simulação equivalente a seis GPs no dinamômetro. A equipe trabalha sob restrições de custo e de tempo no uso de bancos de teste, e qualquer problema de confiabilidade pode interromper o processo e obrigar o reinício.
Enrico Gualtieri, da Ferrari, afirmou: “Os engenheiros deram sinal verde para o novo motor.”
Pacote para o fim de semana vai além do motor
Além da atualização na unidade de potência, a Ferrari também levará uma nova versão da asa traseira “Macarena” e um escapamento soprado. No campeonato de construtores, a equipe ocupa a segunda posição, 87 pontos atrás da Mercedes.
O fim de semana também deve ter uma pintura especial em homenagem a Michael Schumacher. No cenário do grid, Kimi Antonelli, da Mercedes, vai largar no fim do grid após a troca completa da unidade de potência, enquanto George Russell não deve receber punição neste momento.
A Ferrari chega à etapa depois de somar apenas três vitórias nas últimas 19 corridas.