Ao acompanhar a volta de Stroll, Davidson reagiu ao que via no carro da Aston Martin: “Uau, o que está acontecendo com o Stroll? O que é isso? Muito subesterço, e de propósito também.” Pouco depois, o comentarista voltou ao tema e resumiu a surpresa com a onboard do canadense: “Estou até sem reação, para falar a verdade. Não sei o que está acontecendo.”
Curva 12 concentrou a observação da transmissão
A análise se concentrou na forma como Stroll contornou a curva 12, com várias correções fortes de volante. A leitura feita por Davidson foi de um carro com muito subesterço, em uma sequência que lhe pareceu incomum. O material disponível não traz uma explicação da Aston Martin para o comportamento do carro nem para a opção de pilotagem vista nas imagens.
Como a própria observação de Davidson é uma análise feita durante a transmissão, ela descreve a impressão do comentarista sobre a volta de Stroll, e não uma justificativa técnica oficial da equipe ou do piloto para o que apareceu na onboard.
Aston Martin ficou distante da frente no Treino Livre 2
O desempenho da Aston Martin no Treino Livre 2 também apareceu longe das primeiras posições. Stroll fechou a sessão em 18º lugar, a 2s622 do melhor tempo, enquanto Fernando Alonso terminou em 15º, a 1s950 da referência da atividade.
Os dois carros, portanto, encerraram a sexta-feira na parte de trás da tabela do TL2, com Stroll mais de meio segundo atrás do tempo de Alonso na mesma sessão.
F1 voltou a Sepang pela primeira vez desde 2017
A atividade também marcou o retorno da Fórmula 1 a Sepang pela primeira vez desde 2017. Foi nesse cenário que a onboard de Stroll gerou a reação mais forte de Davidson durante a transmissão, em uma sessão que terminou com a Aston Martin fora do grupo da frente.
































