O anúncio foi feito durante o Café da Manhã do Prefeito de Swartland de 2026. Se o plano avançar, a corrida marcaria a volta do país ao calendário da categoria 38 anos depois da última prova realizada no território.
O grupo por trás da iniciativa reúne Blue Mountain Racing, Sibanye-Stillwater, AngloGold Ashanti e Webber Wentzel. A liderança do projeto está com Neal Froneman, presidente da Blue Mountain Racing, que vinculou a proposta ao potencial de turismo e negócios. “Essa proposta cria uma situação vantajosa para todas as partes”, afirmou.
Projeto mira padrão exigido para receber a Fórmula 1
O autódromo foi concebido para ter graduação 1 da FIA, homologação necessária para receber corridas da Fórmula 1. Além da pista, o projeto inclui uma estrutura de grande porte, tanto pela área total quanto pela capacidade de público prevista no plano apresentado pelo consórcio.
O movimento acontece em um momento em que o calendário da Fórmula 1 já opera com 24 corridas em 22 países, cenário que amplia a disputa por uma vaga futura na categoria. A meta declarada pelos organizadores é colocar a prova no calendário de 2031.
Disputa interna envolve também a alternativa de Kyalami
A candidatura da Cidade do Cabo não corre sozinha no país. O projeto enfrenta concorrência interna de uma iniciativa em Joanesburgo, liderada por Toby Venter.
Esse cenário inclui ainda o circuito de Kyalami, que teve em junho de 2025 a aprovação, pela FIA, dos projetos de atualização para o grau 1. A existência de outra frente com avanço técnico formal coloca mais um elemento na disputa para definir qual proposta pode representar o país em uma eventual volta da Fórmula 1.