A presença do argentino nas arquibancadas acompanha o momento de Colapinto na temporada. Desde que chegou à Fórmula 1, em 2024, ele soma 27 pontos no campeonato atual e aparece na 12ª posição do Mundial.
Volta de um titular argentino ajuda a explicar movimento em Interlagos
A mobilização em torno de Colapinto também passa por um intervalo de mais de duas décadas sem um piloto titular da Argentina na categoria. O país não tinha um nome fixo no grid desde 2001, quando Gastón Mazzacane foi o último argentino a correr na Fórmula 1.
Esse retorno ajudou a transformar o piloto da Alpine em ponto de encontro para torcedores que viajaram ao Brasil para a etapa. Entre eles, Chrystian Pacheco resumiu o tamanho do apoio: “O Franco virou um fenômeno. Como argentinos, nós o apoiamos”.
Mariana, outra torcedora presente no autódromo, destacou o peso de ver novamente um argentino na categoria: “Ter um representante argentino na Fórmula 1 é muito importante”.
Trajetória nas categorias de base antecedeu chegada à Fórmula 1
Antes da estreia na principal categoria, Colapinto passou por Fórmula 4, Fórmula 3 e Fórmula 2. A sequência nas divisões de base antecedeu a chegada à Fórmula 1 em 2024, temporada a partir da qual passou a figurar entre os titulares do grid.
No GP de São Paulo, a posição de largada coloca o piloto no pelotão intermediário para a corrida, um lugar diferente do protagonismo visto fora da pista. Nas arquibancadas, bandeiras, cantos e camisas da Argentina se espalharam por Interlagos ao longo do fim de semana.
São Paulo mantém etapa no calendário por longo prazo
O apoio vindo da Argentina encontrou um evento com permanência assegurada no calendário. O GP de São Paulo tem contrato renovado até 2035.
Pablo Fernandez, outro torcedor que acompanhou a movimentação em Interlagos, resumiu o ambiente criado pela presença de Colapinto: “O argentino é apaixonado. Sabe demonstrar carinho e afeto”.