Brundle resumiu a estreia do circuito de forma direta: “O GP inaugural do Madring foi ok”. A análise dele veio acompanhada de críticas a aspectos práticos do evento e ao efeito esportivo provocado pelas neutralizações.
Pit stop sob VSC mudou a conta da corrida
Um dos pontos centrais da prova foi a diferença de tempo de pit stop entre bandeira verde e Virtual Safety Car. Em ritmo normal, a parada custava 25 segundos. Já sob VSC, esse tempo caiu para 12 segundos, uma diferença que teve influência direta na disputa pela vitória.
Brundle definiu o efeito disso como algo próximo de um assalto esportivo: “Pareceu quase um roubo no domingo”. No relato dele, o momento do VSC acabou mudando o rumo da corrida. A prova também teve variedade estratégica no grid: Lando Norris largou na pole com pneus médios, enquanto Max Verstappen e Lewis Hamilton começaram com macios, e Charles Leclerc e George Russell optaram pelos duros.
Traçado dificultou ultrapassagens na estreia
Além da questão do VSC, o desenho da pista apareceu como outro ponto de atenção. O layout do Madring tinha uma curva longa e inclinada, e o conjunto não ajudou na criação de boas oportunidades de ultrapassagem. O contexto técnico da pista também incluía trechos em que os carros conseguiam recarregar com mais facilidade suas baterias híbridas.
No campeonato, Antonelli liderou pela 13ª corrida consecutiva e ampliou sua vantagem para 81 pontos. A etapa também marcou a 251ª vitória de motores Mercedes na história da F1, igualando a marca da Ferrari.
Entre outros fatos da corrida, Lewis Hamilton abandonou por problemas de freio, enquanto Liam Lawson, que substituiu Isack Hadjar no fim de semana, terminou em sexto lugar.
































