Segundo Bortoleto, a dificuldade ficou clara em diferentes etapas do campeonato e tem impacto direto no desempenho nas primeiras curvas. O piloto explicou que a equipe sabe por que não consegue arrancar melhor. “A gente tem clareza de quais são os motivos pelos quais não conseguimos largar bem”, disse.
O relato do brasileiro indica que o problema não será resolvido ainda nesta temporada. A limitação está ligada ao hardware do carro, o que impede uma resposta imediata dentro do campeonato atual.
Audi conviveu com desvantagem nas saídas
Bortoleto descreveu o tamanho da perda nas largadas ao comparar a Audi com os rivais. De acordo com ele, quando o carro da equipe faz uma boa saída, o resultado ainda equivale a uma largada mediana de outras equipes.
Além da questão técnica, o piloto relembrou momentos em que o resultado escapou por outros fatores. Um deles foi o fim de semana do GP dos Estados Unidos, quando uma punição comprometeu uma oportunidade que ele considerava promissora. “Era um final de semana em que eu estava voando o tempo todo e sabia que ia ter que largar”, afirmou, ao recordar o episódio.
Temporada de estreia teve problemas mecânicos e reação da equipe
Bortoleto também citou problemas mecânicos e dificuldades no México durante a campanha, mas ponderou que houve evolução do carro ao longo do ano. Na avaliação do piloto, a trajetória da Audi em 2026 foi marcada pela capacidade de reagir depois de contratempos em sequência.
“Depois de tudo isso, a gente conseguiu levantar a cabeça, trabalhar como equipe”, afirmou Bortoleto ao explicar por que definiu a temporada com a palavra resiliência.
Além de apontar as falhas nas largadas, o brasileiro afirmou que a equipe já tem o diagnóstico do problema e trabalha com a perspectiva de levar a solução apenas para o próximo campeonato.