A principal referência recente para Bortoleto veio no GP dos Estados Unidos. Mesmo sem encerrar a série sem pontos, o piloto ganhou oito posições ao longo da corrida, na maior recuperação registrada, e tratou o desempenho como um indicativo positivo para a reta final da temporada. “A corrida em Austin foi um sinal positivo”, afirmou.
Antes da sequência atual, o melhor momento mais recente de Bortoleto havia sido a chegada entre os dez primeiros no GP da Bélgica. O objetivo agora é retomar esse nível justamente em uma fase decisiva do campeonato, com poucas etapas restantes.
Altitude do circuito muda o comportamento dos carros
O desafio no Autódromo Hermanos Rodríguez passa também pelas características da pista. O circuito fica a mais de 2.200 metros de altitude, condição que reduz a densidade do ar e diminui o arrasto aerodinâmico.
Esse cenário altera a eficiência dos carros e dá um peso ainda maior ao rendimento ao longo de uma volta lançada. Bortoleto apontou a classificação como ponto-chave para o fim de semana no México. “O desempenho na classificação será especialmente importante no México”, disse o piloto da Audi.
Ao mesmo tempo, as características do traçado também criam oportunidades de disputa logo na largada. Ainda assim, a capacidade de transformar essas chances em posições durante a corrida depende do nível de competitividade que a Audi conseguir apresentar no fim de semana.
Audi tenta reagir na reta final do campeonato
Além da situação individual de Bortoleto, o México também aparece como uma chance de reação para a Audi no campeonato de Construtores. Com 23 pontos, a equipe abre a parte final da temporada ainda buscando avançar em relação aos concorrentes diretos.
Depois da etapa mexicana, o calendário seguirá com mais cinco corridas. Na sequência, a Fórmula 1 passa por São Paulo, Las Vegas, Catar e Abu Dhabi.
































