A corrida, porém, teve roteiro diferente do esperado. Depois de um sábado equilibrado, a prova acabou limitada pelas características da pista, apontadas como semelhantes às de Mônaco no quesito dificuldade para ultrapassar. O traçado também tem o pit lane mais longo do calendário, um fator que pesa na estratégia e reduz as opções ao longo da corrida.
Classificação embaralhada não se repetiu no domingo
Antes da largada, o cenário era de disputa aberta. As quatro primeiras posições no grid foram ocupadas por McLaren, Mercedes, Red Bull e Ferrari, sinal de um pelotão dianteiro apertado. A pole foi definida por margem mínima de 11 milésimos, reforçando o equilíbrio entre os ponteiros.
No domingo, Max Verstappen e Lando Norris apareceram entre os nomes envolvidos nas primeiras posições, mas a corrida não repetiu o nível de incerteza da classificação. A dificuldade para atacar transformou a prova em uma das mais arrastadas da temporada.
Gabriel Bortoleto resumiu a sensação no pós-corrida: “Foi uma corrida chata, especialmente após o safety car.”
Hamilton abandona e próxima parada será Baku
Outro fato importante da prova foi o abandono de Lewis Hamilton, que deixou a corrida por problemas nos freios. O incidente tirou um dos protagonistas do fim de semana da disputa e alterou o cenário entre os carros da frente.
A etapa em Madri também recolocou em debate o comportamento do novo regulamento da F1, em meio à percepção de que a Mercedes parecia em posição de domínio. Ao mesmo tempo, o circuito espanhol já surge como pista com margem para ajustes, especialmente pela dificuldade de proporcionar disputas roda a roda.
Depois da passagem pela Espanha, a Fórmula 1 segue para Baku, início de uma sequência de três corridas em circuitos diferentes.
































