A definição da prova passou pelo abandono de Lance Stroll, que provocou um safety car virtual. Antonelli aproveitou o momento para ir aos boxes e colocar pneus novos, enquanto Norris e Charles Leclerc seguiram na pista sem parar. A troca deixou o vencedor em condição diferente para a parte final da corrida.
O italiano havia se classificado em segundo no grid, novamente atrás de Norris, e precisou administrar a corrida sob análise dos comissários em mais de um momento. Durante a prova, seus tempos foram apagados por violações dos limites de pista na curva 17 e na curva 6.
Saídas de pista na primeira volta aumentaram a discussão
Além das infrações registradas ao longo da corrida, Antonelli saiu da pista duas vezes ainda na volta inicial. A sequência alimentou a discussão sobre uma possível punição de cinco segundos, defendida por parte do público durante a prova.
Pelas regras da FIA, um piloto deve devolver a posição quando ganha vantagem ao cortar uma curva. Esse ponto entrou no centro do debate porque, apesar das escapadas e das voltas deletadas, Antonelli não recebeu punição em tempo.
Diferença de tratamento com Piastri chamou atenção
Outro episódio citado na discussão envolveu Oscar Piastri, que foi anotado por uma violação de limites de pista. Antonelli, por sua vez, não apareceu sob investigação formal no mesmo contexto, mesmo depois dos registros de escapadas e da exclusão de voltas.
A combinação entre a intervenção do safety car virtual, a parada para pneus novos e a ausência de penalidade direta por ganho de vantagem permitiu que a vitória de Antonelli fosse confirmada. Norris e Leclerc, que permaneceram na pista no momento da neutralização, terminaram sem o benefício do jogo novo de pneus que o vencedor usou na reta final.
































