Ao anunciar a homenagem, Antonelli resumiu o plano para o fim de semana: “Vou usar um capacete especial no Brasil, para o Ayrton”. Segundo o próprio piloto, o desenho está entre os mais bonitos que ele já fez. Ele também definiu a passagem por Interlagos como um fim de semana “muito especial”.
Número 12 segue como elo de Antonelli com Senna
A homenagem em São Paulo não é um gesto isolado. Antonelli corre com o número 12 em tributo a Senna, que usou a numeração na Lotus e conquistou seu primeiro título com a McLaren em 1988. Mesmo depois de garantir seu primeiro campeonato mundial, o piloto já decidiu que não trocará o 12 pelo número 1 na próxima temporada.
“Vou continuar com o 12 porque isso me dá um novo ponto de partida”, afirmou Antonelli ao explicar a escolha. Em outra justificativa, ele acrescentou: “Sou muito supersticioso, e o número 1 nunca foi um bom número para mim”.
Tributo no Brasil se soma a outras referências ao tricampeão
A relação de Antonelli com a imagem de Senna já aparecia antes desta etapa. Em 2025, o piloto visitou o túmulo do tricampeão no cemitério do Morumbi. Outro detalhe citado no entorno da homenagem é que Antonelli nasceu 12 anos depois da morte de Senna.
O capacete preparado para São Paulo foi pensado justamente para celebrar a vitória de 35 anos atrás em Interlagos. A lembrança do episódio se junta ao fato de Antonelli desembarcar no Brasil já como campeão da temporada, sem abrir mão do número que escolheu para manter a referência a Senna também nos próximos campeonatos.