“O carro está muito difícil, bem imprevisível”, disse Antonelli após a sessão. Na mesma avaliação, ele reconheceu a dificuldade imediata para a sequência do programa em Singapura: “Acho que vai ser um fim de semana difícil”.
As dificuldades surgiram justamente em um momento de pouca margem para correção. Como o formato do evento oferece apenas um Treino Livre antes das sessões competitivas, a equipe tem pouco tempo de pista para entender o que não funcionou no acerto e no comportamento do carro com a atualização levada para a etapa.
Comparação interna aumentou o alerta na Mercedes
O cenário ganhou peso dentro da Mercedes porque a versão anterior do carro mostrou desempenho melhor em Singapura. George Russell, usando a especificação antiga, terminou o Treino Livre na liderança, em contraste com os problemas enfrentados por Antonelli com o pacote novo.
Essa comparação direta entre os dois lados da garagem coloca a equipe diante de uma análise mais urgente sobre o efeito da atualização no carro de Antonelli. A dificuldade relatada pelo piloto não apareceu apenas em uma volta isolada da classificação da Sprint, mas já vinha desde a primeira atividade do fim de semana.
Equipe busca ajustes fora da pista antes da sequência da etapa
Sem tempo para uma longa programação de testes na pista, a reação da Mercedes depende do trabalho de interpretação de dados e de mudanças no acerto entre as sessões. Antonelli citou a expectativa de que a equipe encontre alguma resposta antes da continuação do evento.
“Talvez, durante a noite, o Bono e os engenheiros encontrem alguma coisa no carro”, afirmou o piloto. A referência foi a Peter Bonnington, engenheiro da Mercedes envolvido no trabalho de pista da equipe, numa tentativa de identificar por que o carro com o novo pacote se mostrou mais difícil de guiar do que a especificação anterior.
































