A frustração do espanhol apareceu em um trecho em que ele avaliou o custo de perder terreno em uma corrida já apertada. “A gente ganha a droga de um décimo por volta e depois perde dois segundos”, disse Alonso, ao comentar o prejuízo na pista.
Alonso apontou limitação no conjunto do carro
Além da reclamação sobre o tempo cedido no tráfego, Alonso associou o resultado ao funcionamento do equipamento da Aston Martin. Em uma observação sarcástica após a prova, resumiu a crítica com uma palavra: “Energia. É ridículo esse motor”.
Na sequência, o piloto foi mais direto ao apontar a área do carro que, na visão dele, não entregou o esperado. “Acho que há alguma coisa na unidade de potência que não está funcionando como deveria”, afirmou.
A explicação técnica mais detalhada não foi apresentada, e não houve indicação pública sobre qual componente do sistema teria causado a limitação. O contexto técnico citado envolve a unidade de potência Honda e também referência a turbo.
Perda de tempo coincidiu com disputa por posição
A irritação de Alonso ocorreu em um momento de corrida em que cada volta tinha impacto imediato na disputa do pelotão. Ao ceder passagem para Verstappen, ele estava envolvido diretamente na briga com Pérez, o que aumentou o peso da perda de tempo mencionada pelo piloto.
Durante a prova, Alonso também foi ultrapassado com facilidade por Isack Hadjar, outro episódio citado no cenário de insatisfação com o rendimento da Aston Martin. Sem detalhar o problema específico, o espanhol vinculou a queda de desempenho ao conjunto da unidade de potência, indicando que o carro não respondeu como deveria ao longo da corrida.
O GP de Singapura foi disputado em 11 de outubro de 2026, e as declarações de Alonso vieram depois da prova, já com a avaliação centrada no funcionamento do carro e no prejuízo sofrido em pista.
































