Ao relembrar os primeiros finais de semana do ano, Verstappen afirmou que a situação o levou ao limite. “Sim, realmente cheguei ao fundo do poço, especialmente nos primeiros fins de semana de corrida desta temporada”, disse.
A insatisfação do piloto estava ligada às mudanças de regras introduzidas em 2026. Segundo Verstappen, o impacto dessas alterações pesou a ponto de fazê-lo cogitar a saída da categoria ainda no início do campeonato.
Queixa de Verstappen estava ligada ao novo regulamento
Verstappen também afirmou que, ao longo da temporada, a Fórmula 1 passou a considerar parte das reclamações feitas pelos pilotos. “Obviamente, a categoria ouviu alguns dos nossos pedidos”, declarou, ao comentar o debate em torno das regras.
Embora não tenha detalhado quais pedidos foram atendidos, a fala indica que houve ao menos uma abertura da categoria para discutir pontos levantados pelos pilotos em meio à adaptação ao regulamento de 2026. A frustração relatada por Verstappen, porém, foi suficiente para fazê-lo pensar em interromper sua trajetória na F1.
Contrato com a Red Bull até 2030 não define permanência na categoria
Verstappen tem contrato com a Red Bull Racing até o fim de 2030, mas deixou claro que esse vínculo não representa uma garantia de que seguirá na Fórmula 1 até lá. Ao separar a permanência na equipe da continuidade na categoria, ele indicou que a decisão depende também de condições pessoais e esportivas.
Sobre sua relação com a Red Bull, o piloto afirmou que se sente bem no ambiente da equipe. “Você também precisa se sentir confortável e valorizado, e é exatamente assim que me sinto aqui”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de continuar na Fórmula 1 até 2030, Verstappen respondeu de forma cautelosa: “Nunca dá para afirmar isso com certeza, mas esse é o objetivo.”