Ao falar sobre o cenário atual da F1, Horner mencionou a expansão do grid como uma porta possível para esse retorno. “Do meu ponto de vista, há 11 equipes na Fórmula 1”, afirmou, ao comentar a estrutura da categoria e a chance de uma nova operação ser incorporada ao campeonato.
Especulações sobre a Ferrari motivaram esclarecimento
O nome de Horner passou a ser associado à Ferrari, mas ele rejeitou a leitura de que seus comentários representassem sinal de negociação ou acerto. Segundo o dirigente, a declaração anterior foi feita em tom de respeito à marca, e acabou sendo interpretada além do que ele pretendia dizer.
“Tiraram tudo de contexto, porque eu estava tentando ser respeitoso com a marca Ferrari”, afirmou Horner. A própria Ferrari organizou uma coletiva de imprensa para esclarecer as especulações que surgiram em torno do ex-chefe da Red Bull.
Entre as equipes citadas no debate sobre o futuro de Horner também apareceram Aston Martin e Alpine, sem confirmação de qualquer movimento em andamento.
Horner delimita condições para aceitar novo trabalho
Ao tratar de um eventual retorno, Horner deixou claro que não considera qualquer oportunidade automaticamente atraente. “Teria que ser o projeto certo”, disse, ao resumir o critério que usaria para voltar à Fórmula 1.
Nesse mesmo contexto, ele apontou a Ferrari como a única equipe na qual aceitaria trabalhar sem participação acionária. A observação ajuda a delimitar o tipo de estrutura que ele considera ao pensar em uma volta ao paddock.
As falas de Horner, porém, não confirmam negociação com nenhuma equipe. O quadro apresentado por ele combina ausência de pressa, rejeição à interpretação sobre a Ferrari e abertura para um retorno apenas se surgir uma oportunidade específica — inclusive com a possibilidade de uma 12ª equipe no grid.