Após a sessão, Hamilton reconheceu a força do rival e admitiu que o trabalho da Ferrari passa por uma atuação conjunta. “Foi mais um Q3 difícil. Parabéns ao Max, ele fez um ótimo trabalho”, disse. Em seguida, projetou a corrida: “Tomara que a gente consiga trabalhar como equipe amanhã para tentar segurar o Max.”
Hamilton errou no Q3, mas viu melhora no carro
O terceiro lugar veio depois de uma parte final de classificação complicada para Hamilton. O piloto cometeu erros nas tentativas do Q3 e relatou dificuldade para encontrar o limite ideal do carro no momento decisivo da sessão.
Ao mesmo tempo, a Ferrari deixou sinais positivos ao longo do sábado. As mudanças feitas no carro melhoraram o comportamento do SF-26, embora Hamilton ainda não tenha conseguido extrair tudo dele na volta final. Na prática, isso colocou Leclerc ao lado de Verstappen nas primeiras posições e manteve Hamilton logo atrás, em uma posição que pode influenciar a estratégia da corrida desde a largada.
Em um circuito e em uma prova em que a aderência do asfalto muda ao longo da corrida, esse aspecto também entra na conta. A evolução da pista pode alterar o comportamento dos carros e o momento ideal para reagir ao ritmo de quem estiver na frente.
Red Bull chega embalada por atualizações em Baku
Hamilton também chamou atenção para o desempenho da Red Bull, que levou atualizações em Baku e voltou a aparecer forte na classificação. Verstappen converteu esse pacote em pole position, enquanto a Ferrari ficou com duas posições de ataque logo atrás.
O cenário no grid coloca Verstappen na frente, Leclerc em segundo e Hamilton em terceiro, abrindo a possibilidade de a Ferrari dividir estratégias ou pressionar a Red Bull com os dois carros nas primeiras voltas. A equipe italiana terá, pelo menos na largada, a vantagem numérica entre os três primeiros colocados.