De acordo com a confirmação da federação, o sistema não foi ativado na retomada da atividade após a interrupção. Quando passou a funcionar, permaneceu ativo por apenas 27 segundos antes de ser desativado novamente. O problema afetou pilotos justamente na primeira parte da tomada de tempos da Sprint, fase em que qualquer perda operacional tem efeito direto sobre a disputa por vaga na sequência da sessão.
Falha ocorreu no reinício do SQ1 após bandeira vermelha
O ponto central do episódio foi o momento da relargada do SQ1. Era nessa retomada que o modo de ultrapassagem deveria estar disponível para todos, mas a ativação não ocorreu como previsto. A FIA classificou o caso como erro humano, indicando uma falha operacional no procedimento adotado depois da paralisação.
Como a pane ocorreu no contexto de uma sessão já marcada por outras dificuldades, a entidade também fez questão de separar os problemas. Chris Medland, jornalista citado no relato do caso, resumiu a posição oficial: “A FIA esclareceu que a falha no modo de ultrapassagem foi um incidente separado do problema de cronometragem”.
Cronometragem também causou atrasos, mas FIA separou os episódios
A classificação Sprint em Singapura teve atrasos por causa de dificuldades no sistema de cronometragem. Esse cenário aumentou a confusão no andamento da atividade, mas a versão oficial distingue claramente as duas ocorrências: de um lado, os atrasos ligados ao controle de tempos; de outro, a ativação incorreta do modo de ultrapassagem após a bandeira vermelha.
Na prática, alguns pilotos disputaram parte do SQ1 sem a operação regular do sistema. Primeiro, ele não entrou em funcionamento na retomada; depois, ficou ativo por uma janela curta de 27 segundos; em seguida, foi desligado novamente. A sequência atingiu alguns carros ainda no momento mais sensível da sessão, quando a definição das voltas rápidas decide quem avança e quem fica pelo caminho na classificação Sprint.
































