A situação de Lawson ganhou novo peso após o sétimo lugar no GP da Malásia. O resultado levou o piloto da Racing Bulls à 11ª chegada na zona de pontos em 16 corridas na temporada, além de mantê-lo na nona colocação do campeonato. Até aqui, ele aparece como o piloto mais bem colocado fora de Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull Racing.
Questionado sobre o próprio futuro, Lawson confirmou que a definição ainda está em aberto. “Claro que essas conversas acontecem o tempo todo nos bastidores”, afirmou. Ao comentar o desempenho que apresentou ao longo do ano, o piloto acrescentou: “Não sinto que poderia ter feito muito mais nesta temporada.”
Red Bull mantém avaliação aberta sobre Tsolov
A outra frente da análise envolve Nikola Tsolov. A Red Bull considera promover o piloto da F2, e por isso ainda não bateu o martelo sobre Lawson. Laurent Mekies, chefe da Red Bull, indicou que a equipe não precisava apressar essa escolha ao dizer que ainda havia tempo para definir o futuro de Tsolov.
O quadro para 2027 já teve um movimento importante com a renovação de Isack Hadjar na equipe principal ao lado de Verstappen. Com isso, o número de vagas restantes diminuiu, e ainda há quatro assentos a serem definidos para a próxima temporada.
Resultado na Malásia mantém Lawson na disputa
Além da colocação final, a corrida na Malásia trouxe elementos que ajudam a contextualizar o fim de semana de Lawson. Ele disputou a prova com pneus intermediários e iniciou a corrida lado a lado com Max Verstappen, antes de confirmar mais um resultado entre os sete primeiros.
O cenário interno segue sem consenso. Há opiniões divididas no paddock entre a manutenção de Lawson e a promoção de Tsolov. Entre os comentários públicos, Ralf Schumacher defendeu a subida de Tsolov, enquanto James Hinchcliffe avaliou que Lawson já fez o suficiente para continuar.