“A volta ao motor V8 com turbo em 2030 é, pelo que sei, um negócio fechado”, disse Marko, ex-consultor da Red Bull Racing.
Embora a informação ainda dependa de confirmação adicional, a fala coloca um novo elemento no debate sobre o rumo dos motores depois da entrada em vigor das regras de 2026. Esse próximo regulamento manterá o conceito híbrido, com equilíbrio igual entre a parte térmica e a elétrica, antes de uma possível nova guinada no fim da década.
Regulamento de 2026 é a base da transição técnica
O comentário de Marko se conecta diretamente ao próximo ciclo técnico da categoria. Em 2026, os carros passarão a operar com uma repartição de 50/50 entre o motor de combustão interna e a potência elétrica, uma mudança relevante na configuração das unidades de potência.
Nesse contexto, o retorno de um V8 com turbo em 2030 apareceria como o passo seguinte após a implementação desse regulamento. Marko tratou o tema de forma categórica, mas não houve confirmação oficial apresentada junto da declaração.
Max Verstappen também já manifestou recentemente, em um podcast, o desejo de ver a volta dos motores V8. A coincidência entre as posições de Marko e do piloto amplia a discussão sobre o futuro técnico da categoria para além da fase inicial das regras de 2026.
Marko também criticou atraso em Sepang por falha de software
Além de falar sobre os motores, Marko comentou a etapa de Sepang, que sofreu atraso por causa da chuva e de uma falha de software. Ao tratar do episódio, ele criticou a interrupção.
“É vergonhoso que um produto de ponta como a Fórmula 1 seja interrompido por um problema de software”, afirmou.
Marko acompanhou o GP de Sepang como espectador pela primeira vez em décadas. Ao descrever a experiência, disse ter assistido à prova “completamente relaxado na frente da televisão, como um torcedor comum da Fórmula 1”.