O resultado ainda reduziu a diferença para a Williams, agora em cinco pontos. No outro lado da garagem, Lance Stroll completou a prova pela primeira vez em 2026 na mesma volta dos líderes, outro dado relevante para uma equipe que vinha de um período difícil ao lado da Honda.
Mesmo com o avanço, o chefe da Aston Martin, Mike Krack, evitou tratar o desempenho como uma virada consolidada. “Precisamos manter os pés no chão e analisar por que fomos competitivos”, afirmou. O dirigente também destacou que “momentos positivos como o de Sepang precisam ser reconhecidos”.
Atualização da unidade de potência foi usada nos dois carros
A etapa também teve peso técnico para a Aston Martin e para a Honda. Alonso utilizou seu segundo motor com a atualização ADUO, enquanto Stroll recebeu uma unidade com o mesmo pacote, o que permitiu à equipe reunir dados dos dois carros com especificações equivalentes.
Neste momento, o foco do desenvolvimento está no turbo. A coleta de informações em corrida ganhou valor extra porque o conjunto vinha atravessando uma fase complicada, e a prova ofereceu mais referências para entender o comportamento da unidade de potência em situação real.
Chuva ampliou a coleta de dados para a Honda
As condições de chuva ao longo da corrida abriram uma janela importante de avaliação para a fornecedora. A Honda deixou a etapa satisfeita com o que conseguiu observar, especialmente em relação à dirigibilidade do conjunto em um cenário específico de pista.
Shintaro Orihara, chefe da Honda e responsável pela fornecedora da Aston Martin, disse que o material reunido poderá ser aproveitado já nas próximas corridas. “Podemos levar esse aprendizado para Singapura”, afirmou.
































