Hamilton havia se classificado em segundo, ao lado de Max Verstappen, mas chegou a perder posições depois da pane antes de receber autorização da FIA para largar de sua posição original no grid. Na corrida, terminou em terceiro depois de partir em 18º por causa da escolha de pneus.
Falha de software afetou carros com motor Ferrari
De acordo com Tombazis, o incidente não foi provocado pelas equipes. “Não foi um problema das equipes”, afirmou. O diretor da FIA também resumiu a origem da pane: “Houve um erro no software”.
A entidade informou que vários carros, especialmente os equipados com motores Ferrari, foram afetados pelo mesmo defeito. A causa estava em uma configuração específica preparada para condições de chuva, que acabou interferindo no funcionamento da unidade de potência em situações de baixa rotação.
A FIA distribuiu uma atualização de software para corrigir o problema, em um processo que levou cerca de 20 minutos. Segundo a entidade, a falha não havia sido detectada nem nos testes nem no grid antes da largada.
Baixa rotação comprometeu resposta do turbo
No detalhamento técnico do caso, a FIA explicou que a perda de potência aconteceu por causa da combinação entre a baixa rotação do motor e os ajustes voltados para pista molhada. Esse cenário afetou a entrega de potência justamente no momento em que os carros circulavam em ritmo reduzido.
Anthony Davidson comentou que esse tipo de situação exige preparação específica para condições de chuva e disse que “muito disso se resume ao dever de casa que deveria ter sido feito”. A correção aplicada pela FIA buscou justamente evitar nova perda de potência nas mesmas circunstâncias.
































