O caso mais evidente foi o de Bearman. Na avaliação da equipe, o piloto perdeu cerca de 40 segundos por causa de um problema estratégico e terminou a corrida com os pontos a aproximadamente 10 segundos à frente. Durante a prova, ele destacou que o ritmo do carro era competitivo. “O carro estava muito rápido, eu estava voando”, afirmou o piloto da Haas.
Bearman perdeu tempo decisivo em uma corrida definida por pneus
As escolhas de pneus tiveram peso importante no desenrolar da corrida, e a Haas também enfrentou dificuldades nas visitas aos boxes. No lado de Bearman, a combinação entre estratégia e execução comprometeu a chance de transformar ritmo em resultado.
Mesmo terminando em 14º, o panorama descrito pela equipe indica que o carro tinha condições de brigar mais perto da zona de pontuação. A diferença de cerca de 10 segundos para os pontos no fim da prova contrasta com os 40 segundos perdidos ao longo da corrida por causa do problema estratégico citado na avaliação interna da Haas.
Ocon caiu depois da parada
No outro carro, Ocon partiu da 6ª posição, mas perdeu rendimento depois de sua parada. A Haas também identificou que o pit stop do francês ficou abaixo do esperado, em mais um fator que pesou no resultado final da equipe.
Após a corrida, Ocon evitou apontar uma única causa, mas indicou que a equipe terá de rever a condução da prova. “A gente precisa analisar algumas coisas”, disse o piloto.
Komatsu cobra correção dos problemas
O chefe da Haas, Ayao Komatsu, tratou o fim de semana como uma oportunidade de ajuste após a equipe deixar escapar uma chance de pontuar com os dois carros. Além da estratégia, os problemas nas paradas apareceram nos dois lados da garagem em uma corrida em que a gestão dos pneus foi decisiva.
“Precisamos encarar isso como uma oportunidade para melhorar”, declarou Komatsu, responsável pelas decisões esportivas da equipe.
































