Para evitar a colisão, Norris fez uma manobra evasiva e foi para a área de escape de brita. Na ação, ele ultrapassou momentaneamente Oscar Piastri, mas os comissários entenderam que esse movimento ocorreu dentro da tentativa de escapar do contato e não justificava uma punição mais severa.
Comissários apontam distância inadequada em situação de visibilidade reduzida
A análise oficial considerou que Norris não mantinha margem suficiente para as circunstâncias no momento do incidente. Em sua decisão, os comissários registraram que o piloto “não manteve uma margem adequada para as circunstâncias”.
O episódio foi examinado dentro do enquadramento do Artigo B5.13.2a do regulamento da Fórmula 1 da FIA. A avaliação também levou em conta que o trecho final da prova tinha condições de visibilidade reduzida, fator citado no contexto da investigação.
Mesmo com a observação sobre a distância em relação aos carros à frente, os comissários destacaram a reação de Norris ao encontrar o carro de Russell parado. No documento, eles afirmaram que o piloto “reagiu prontamente e evitou o contato com sucesso”.
Ultrapassagem sobre Piastri e retorno à pista foram considerados parte da ação evasiva
Além da margem deixada atrás do safety-car, os comissários avaliaram dois pontos específicos da sequência: a ultrapassagem momentânea sobre Piastri e a volta de Norris ao traçado depois de passar pela brita.
No entendimento da direção de prova, a ultrapassagem ocorreu durante a tentativa de evitar a batida e, por isso, não gerou sanção extra. O retorno à pista também foi analisado separadamente e acabou liberado pelos comissários, que concluíram: “O retorno à pista foi seguro”.
O incidente ainda envolveu a presença de Alex Albon no contexto da ocorrência analisada pelos comissários, mas a decisão final ficou restrita à conduta de Norris na aproximação da curva 1, à manobra para evitar Russell e à forma como ele retornou à pista.
































