Segundo Sainz, o cenário antes do incidente era promissor. “A gente vinha tendo um fim de semana muito bom até a batida com o Bortoleto”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Achei que dava para pontuar”.
A posição de Sainz na parte da frente do pelotão naquele momento teve relação direta com a leitura das condições de pista. Enquanto outros carros estavam com pneus de pista seca, ele usou intermediários e conseguiu avançar para sexto durante a corrida.
Sainz vê excesso de otimismo de Bortoleto no lance
Ao comentar a manobra que terminou no toque, Sainz resumiu a avaliação sem aumentar o tom das críticas ao brasileiro. “O Gabi foi um pouco otimista”, disse.
Mesmo tratando a batida como o ponto que mudou sua corrida, Sainz também reconheceu que terminar na zona de pontuação não era algo garantido. Perguntado se ainda haveria chance de chegar entre os 10 primeiros depois do incidente, respondeu: “Provavelmente não, porque depois tivemos duas paradas nos boxes péssimas”.
Sábado havia deixado impressão positiva
O espanhol vinha de um sábado que considerou um dos melhores do ano. Sainz classificou sua performance na sessão como “uma das minhas melhores classificações do ano”, reforçando a impressão de que o carro tinha potencial para uma corrida mais competitiva do que o 17º lugar final sugere.
No balanço do fim de semana, ele voltou a destacar que o resultado final não refletiu o que havia sido construído até a corrida. “Foi um bom fim de semana que, por fatores externos, talvez tenha escapado um pouco das nossas mãos”, afirmou.
Além da batida, Sainz apontou duas paradas ruins nos boxes como outro fator que pesou contra qualquer tentativa de recuperação depois do incidente.