O episódio aconteceu no último pit-stop de Hülkenberg, já sob regime de safety-car. O carro recebeu luz verde para sair dos boxes, mas a movimentação foi interrompida depois de 0s2, quando ainda havia um mecânico trabalhando no ajuste da asa dianteira.
Comissários apontaram liberação prematura no pit-stop
Os fiscais concluíram que houve uma situação perigosa causada pela liberação prematura do carro. A ocorrência se enquadra no procedimento de soltura durante o pit-stop, em que a equipe precisa confirmar manualmente que a área está livre e que não há risco para os mecânicos antes de autorizar a saída.
No caso de Hülkenberg, a interrupção quase imediata da saída mostrou que o carro foi liberado enquanto o serviço ainda não estava concluído. A manobra ocorreu no momento em que um integrante da equipe seguia posicionado na parte dianteira esquerda do carro para finalizar o ajuste da asa.
Audi disse que não houve contato nem lesão
Em comunicado, a Audi afirmou que “não houve contato entre o carro e o membro da equipe que estava posicionado na dianteira esquerda do veículo”. A equipe também informou que o mecânico “não sofreu nenhum ferimento e participou de todos os pit-stops seguintes”.
A punição aplicada pelos comissários mantém uma parte relevante da multa em suspenso, condicionada ao comportamento da equipe ao longo dos próximos 12 meses. Se não houver reincidência nesse período, a Audi não precisará pagar os €20 mil restantes.
Apesar do incidente nos boxes e da investigação sobre o pit-stop, Hülkenberg completou a prova e terminou o GP do Bahrein na 11ª colocação.