“O desgaste alto vai ser um fator importante na corrida”, disse Leclerc. Na avaliação do piloto da Ferrari, o problema não deve diminuir de forma expressiva no restante do fim de semana. “Não espero que isso mude significativamente ao longo do fim de semana”, afirmou.
Calor e pista aumentaram a degradação nos treinos
A leitura de Leclerc veio depois de uma sexta-feira em que a perda de desempenho dos pneus apareceu de forma clara. Segundo ele, a combinação entre temperatura elevada e as condições do asfalto acelerou a degradação, um ponto que pode pesar tanto no acerto do carro quanto na condução da prova.
Mesmo sem indicar perspectiva de melhora significativa na aderência ou na vida útil dos compostos, Leclerc afirmou que a Ferrari costuma ter um carro forte em ritmo de corrida. “Normalmente, temos um bom carro para corrida, então espero que seja assim neste fim de semana”, declarou.
Ferrari também lidou com readaptação de Leclerc ao traçado
Além da questão dos pneus, Leclerc comentou que precisou recuperar referências no circuito. “Tive que reaprender a pista inteira de novo”, disse. O piloto já havia tido contato anterior com o traçado, primeiro em 2016, na GP3, e depois em 2017, quando participou do Treino Livre 1 com a Sauber.
Ao falar sobre a pista, Leclerc elogiou o desenho do circuito, mas destacou que as condições encontradas no primeiro dia limitaram a experiência. “É uma pista legal, eu gostei. Mas hoje as condições estavam muito, muito, muito ruins”, afirmou.
Com esse quadro, a degradação dos pneus aparece como um dos temas centrais para a sequência do fim de semana, especialmente porque Leclerc já indicou que espera um cenário parecido com o visto nas atividades iniciais em pista.
































