Leclerc marcou 1:37.528 no TL2. Russell fez 1:38.020 e Antonelli, 1:38.060, ficando respectivamente a 0s492 e 0s532 do melhor tempo da sessão. A Ferrari levou atualizações aerodinâmicas menores para a atividade, enquanto a Mercedes estreou um pacote mais amplo.
Pacote novo ficou abaixo da projeção inicial
A Mercedes esperava extrair cerca de 0s3 por volta com as mudanças levadas a Sepang. Antonelli resumiu essa estimativa de forma objetiva: “A Mercedes esperava que as atualizações em Sepang valessem 0s3 por volta”.
Entre as novidades do W17 estavam sidepods, assoalho e bargeboards. Nos treinos, a equipe também trabalhou com os compostos médios C3 e macios C5. O foco no Treino Livre 1 foi a coleta de dados de pista, em uma programação voltada a entender como o novo pacote se comportaria fora do simulador.
O começo do dia, porém, havia sido mais animador. Russell terminou o Treino Livre 1 em segundo, Antonelli foi o quinto e Max Verstappen liderou a sessão. Depois da análise da sexta-feira, a Mercedes identificou que a resposta dinâmica do carro não estava consistente com o que havia sido indicado pelas simulações.
Leitura da sexta muda o trabalho para o restante do fim de semana
A consequência imediata foi uma revisão completa da direção escolhida para o acerto. Integrantes da equipe resumiram a situação com uma frase direta: “Temos de começar do zero no acerto”.
O cenário tem peso maior porque Sepang voltou ao calendário da Fórmula 1 pela primeira vez desde 2017, o que amplia a importância do trabalho de correlação entre simulador e pista. A sexta-feira também destoou do padrão recente da Mercedes: até aqui, só na Hungria os dois pilotos da equipe não largaram na primeira fila em uma corrida nesta temporada.
































