“Seria um grande erro sair apontando o dedo para alguém ou para alguma coisa”, disse Vasseur ao tratar da dinâmica interna da Ferrari. Na mesma linha, o chefe da equipe destacou a necessidade de estabilidade e foco no trabalho em andamento.
A defesa pública de Vasseur foi acompanhada por uma manifestação da própria Ferrari. Em nota, a cúpula da empresa declarou: “Temos confiança em Fred Vasseur e em sua equipe”. O posicionamento foi divulgado com o respaldo do presidente John Elkann e do CEO Benedetto Vigna.
Declaração oficial responde ao ambiente de especulação
O tema ganhou tração depois de Christian Horner, ex-chefe da Red Bull na Fórmula 1, dizer que a Ferrari seria um “cargo dos sonhos”. Não houve confirmação oficial de qualquer mudança, e o próprio cenário foi tratado com cautela.
Ao mesmo tempo, Vasseur cobrou união em um momento em que a Ferrari tenta sustentar a recuperação de forma no ciclo técnico de 2026. A equipe também já trabalha em paralelo nos programas de 2027, tanto no carro quanto na unidade de potência, o que amplia a importância de continuidade no comando e na organização interna.
Hamilton admite que faria mudanças, mas evita detalhar
Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, também entrou no debate ao comentar a estrutura da Ferrari. “Há mudanças que eu faria, mas não vou falar quais seriam”, afirmou. A declaração não veio acompanhada de detalhes sobre quais áreas ele alteraria.
Além de Hamilton, Charles Leclerc também apoiou Vasseur publicamente. Esse respaldo dos pilotos se soma à posição institucional da direção da Ferrari em um período em que a equipe tenta transformar a evolução sob o regulamento de 2026 em base para os projetos do próximo ciclo.
A discussão sobre estabilidade interna ocorre enquanto a Ferrari administra simultaneamente a temporada atual e o desenvolvimento do carro e da unidade de potência para 2027, dois programas citados no contexto do trabalho conduzido por Vasseur.