No histórico recente, Hamilton já havia sido investigado no GP do Japão por atrapalhar Max Verstappen e, depois, na classificação do GP do Canadá por um possível impedimento a Pierre Gasly. Em ambos os episódios, não houve punição. Já no GP da Hungria, ele foi considerado culpado por impedir Oscar Piastri e recebeu perda de três posições no grid. Em Baku, recebeu uma reprimenda por atrapalhar Liam Lawson.
Ferrari já foi punida por falha de comunicação em caso anterior
Em Sepang, Hamilton também passou por investigação por impedir Bortoleto e acabou recebendo uma advertência. Na mesma ocasião, a Ferrari foi multada em 10 mil euros por não avisar o piloto sobre a aproximação do brasileiro.
O regulamento esportivo prevê que cinco reprimendas resultam em uma penalidade de dez posições no grid da corrida seguinte. No caso das advertências por impedimento, o acúmulo pode se tornar um fator relevante ao longo do campeonato.
Após a sequência de investigações, Hamilton resumiu o momento com frustração: “Está ficando difícil manter o otimismo”.
Leclerc e Verstappen apareceram entre os destaques da sexta-feira
Na pista, Charles Leclerc ficou entre os nomes de frente da atividade, enquanto Max Verstappen também chamou atenção pelo ritmo apresentado ao longo da sexta-feira. Em um dos relatos da sessão, o monegasco apareceu na liderança, com Hamilton cerca de três décimos atrás do companheiro de equipe. Em outro, Verstappen foi apontado como o mais rápido do Treino Livre 2, à frente de George Russell e do próprio Leclerc.
Mesmo com diferenças nas referências de volta rápida, houve convergência sobre o bom desempenho da Red Bull em ritmo de corrida. Verstappen optou por não fazer simulação de classificação com pneus macios em um dos cenários relatados, priorizando as tandas longas. O desgaste dos pneus também apareceu como tema central da sessão, com degradação relevante tanto dos compostos Macios C4 quanto dos Médios C3, enquanto nenhuma equipe usou os pneus Duros C2 no Treino Livre 2.
































