O próprio Ocon indicou que trabalha com mais de uma possibilidade para seguir na categoria. “Claramente, isso não é o fim”, disse o piloto ao falar sobre o futuro na Fórmula 1. Em outro momento, ele admitiu até uma alternativa fora de um cockpit titular: “No pior cenário, será um papel de reserva”.
Retorno à Mercedes surge como possibilidade fora do grid titular
A ida ao motorhome da Mercedes ganha peso pelo histórico recente entre as partes. Ocon já foi piloto reserva da equipe em 2019, depois de deixar a Racing Point, e agora volta a ser ligado a esse tipo de função justamente quando suas opções para permanecer como titular parecem mais restritas.
A chance de um assento integral na Fórmula 1 em 2027 é tratada como altamente improvável. Nesse contexto, um retorno à Mercedes em posição de apoio passa a ser uma das alternativas mais concretas citadas até aqui para a continuidade de Ocon no ambiente da categoria.
Passagem pela Haas terminou abaixo da expectativa
A saída de Ocon da Haas acontece depois de uma passagem abaixo do que a equipe esperava quando o contratou vindo da Alpine. Ao longo de 2026, o francês teve dificuldades para entregar os resultados aguardados e foi superado com frequência pelo companheiro Ollie Bearman.
Além do desempenho, o período de Ocon na Haas também foi marcado por atritos internos. O ambiente de desgaste dentro da equipe pesou num cenário que já apontava para o fim da parceria ao término da temporada.
Alternativa na Toyota no WEC também perdeu força
Uma rota fora da Fórmula 1 também aparece cercada de dúvidas. Ocon vinha sendo associado a uma possível mudança para a Toyota no WEC em 2027, mas esse movimento não é tratado como encaminhado.
No momento, a preferência da Toyota seria promover Esteban Masson em vez de contratar Ocon, o que reduz ainda mais as opções imediatas do piloto para 2027 e ajuda a explicar a busca por caminhos como uma função de reserva na própria Fórmula 1.